Depoimentos - SUS COBRANDO VÍCIO?
Quando o SUS é acionado por causa do vício, a sensação é de que o sistema “lembra” de cobrar na hora errada: o dinheiro da pessoa vira parte do caixa e só volta depois em forma de serviço. A leitura por trás disso é pesada — como se a necessidade de tratamento não apagasse a lógica da cobrança, mas a reforçasse. Em vez de acolher imediatamente, a engrenagem parece agir primeiro no bolso e depois no atendimento. O resultado é uma indignação direta: o cuidado teria que vir como prioridade, mas, segundo o relato, termina parecendo uma devolução tardia, condicionada ao caminho do dinheiro. É um verdadeiro incômodo.